Confesso que eu não esperava me apaixonar por Osaka. Eu estava no meu quinto contrato, mas era a minha primeira vez na Ásia e também a primeira vez no Japão, a bordo do Norwegian Spirit. Osaka, pra mim, era só mais uma parada no roteiro. Daquelas que você desce, dá uma volta rápida e volta pro navio. Até porque vocês já sabem o meu drama com comida japonesa, né? Então eu nem tinha muitas expectativas pra lá.
Mas foi só começar a andar pelas ruas que alguma coisa mudou. E o melhor, já do lado de fora do porto tem um shopping e um aquário gigante e que a gente já se perde comprando coisinhas por lá.
Além disso, Osaka tem uma energia diferente. Não é aquela cidade toda certinha que a gente imagina quando pensa no Japão. Ela é mais viva, mais espontânea. Barulhenta, cheia de luz, gente por todos os lados… e ao mesmo tempo, muito acolhedora.
E foi exatamente isso que me pegou.
#Primeiras impressões: uma cidade que não tenta ser perfeita
Assim que cheguei, a sensação foi meio curiosa. Osaka não é aquela cidade “certinha” que muita gente imagina quando pensa no Japão. Ela é mais solta. Mais viva. Mais caótica também...
Tem gente rindo alto na rua, placas gigantes piscando, cheiros de comida por todos os lados… e uma vibe meio “aqui a gente só quer viver bem”. E eu gostei disso mais do que imaginava! e sem dúvidas, foi a cidade que mais ganhou meu coração e a que mais me representou no Japão todinho!
#O que fazer em Osaka (sem complicar muito)
1. Comer. Sério, comer.
Se tem uma coisa que Osaka leva a sério é comida. Eu senti isso logo de cara. Em qualquer esquina tinha algo diferente pra provar. E não é aquele tipo de comida super produzida, pelo contrário! É simples, mas muito boa e bem regional. A gente consegue comer como os nativos, se sentir parte da sociedade e tem muita opção de comidinhas pelas ruas, principalmente em Dotonbori.
O que mais me marcou:
takoyaki (aquelas bolinhas com polvo e sim, são ótimas! Até me estranho dizendo isso, mas meu amigo Fabi me fez experimentar e eu amei real..)
espetinho de caranguejo empanado (foi a coisa que eu mais comi aqui de todas as vezes que o navio docou na cidade)
comidinhas de rua que você nem sabe o nome, mas vai assim mesmo só pra ter a experiência e reclamar do sabor depois kkkkkkk..
Confesso que eu comi mais do que devia. Mas faria tudo de novo! 😂 E olha que pra eu ter comido na rua, é porque era atrativa meeeesmo!
2. Andar por Dotonbori à noite
Se você já viu fotos de Osaka, provavelmente viu essa região. Mas ao vivo… é outra coisa! Luzes por todos os lados, telões gigantes, gente caminhando, restaurantes lotados.. é um lugar tão extravagante que eu acho muito mais a cara da China do que do Japão!
É meio caótico, mas de um jeito bom. tem muuuita gente, muitos carros e turistas, muita coisa e informação acontecendo ao mesmo tempo e é bem fácil de se perder dos amigos.
Foi ali que eu pensei: “ok, agora eu realmente me vi gostando de Osaka.”
Basicamente é uma região comercial/turística IMENSA, com muitas lojas interessantes de todos os tipos imagináveis! Vá de cosméticos à tecnologia e dá pra encontrar coisas bem bizarras também. Eu amo! kkkk
3. Castelo de Osaka (com calma)
O castelo é bonito, mas o que eu mais gostei foi o entorno. Possui muitos parques, áreas abertas, gente fazendo piquenique… ao redor do castelo mesmo tem um jardim lindíssimo e vale super a visita. Um contraste enorme com o agito da cidade e especialmente de Dotonbori.
Vale a visita, mas sem pressa. Só pra respirar um pouco e conhecer um pouco mais dessa tradição milenar.
#Dica extra (especial pra quem ama fotografia ou trabalha com isso)
Uma coisa que eu não esperava encontrar em Osaka: facilidade pra comprar equipamentos. Se você gosta de fotografia (ou trabalha com isso, como eu), vale muito a pena saber disso.
A loja da Canon fica relativamente perto da região portuária e dá pra chegar de ônibus em cerca de 30 minutos. Tem um ponto de ônibus bem de frente ao terminal de cruzeiros e a passagem é super baratinha. Você paga com moeda local e no terminal dá pra fazer a troca por alguns ienes antes de sair. Caso vá de taxi, eles aceitam cartão de crédito pelo app e facilita muito a vida.
Eu mesma aproveitei pra comprar lá a minha impressora portátil de fotografia, que hoje uso pra fazer os ímãs de foto da Gifts da Sah 💖✨.
Foi uma compra totalmente “por acaso”, mas acabou sendo uma das mais úteis da viagem! Imprimi várias fotos que logo se tornaram ímãs e deixou as memórias ainda mais especiais.
#Como é se locomover em Osaka
Muito mais fácil do que parece.
O metrô funciona super bem (como quase tudo no Japão), e dá pra chegar em praticamente qualquer lugar sem dor de cabeça. O ideal é usar dinheiro mesmo para recarregar o cartão, que você compra no guichê do metrô mesmo, antes de entrar na estação. Tem a opção de comprar com atendente ou sozinha.. o que dá no mesmo, já que a maioria dos japoneses não falam inglês.
Mas vou te falar uma coisa: uma das melhores partes foi simplesmente andar sem rumo e apreciar a modernidade do Japão. Sem falar nas ruas extremamente limpas e organizadas, nos jardins em cada canto.. parece magia de tão perfeito!
Descobri cafés escondidos, ruas mais tranquilas e aquele lado mais local da cidade, com pessoas vivendo suas rotinas, indo trabalhar, crianças saindo da escola... ir ao supermercado também foi uma das melhores experiências e muitas vezes eu trouxe produtos errados por não entender japonês e não traduzir corretamente com o tradutor, mas faz parte! Rrsrsrs...
#O que mais me chamou atenção
As pessoas.
Osaka tem fama de ter gente mais aberta, mais comunicativa… e eu senti isso na prática.
Mesmo sem falar japonês, tive várias interações simples, mas muito gentis. Sorrisos, pequenas ajudas, aquela sensação de que você não está “perdido” ali. Nos arredores do terminal de cruzeiros onde eles já são mais habituados a receber pessoas do mundo todo, a interação foi ainda melhor! Eles falam mais inglês, conversam na esquina, nos bares, perguntavam sobre o Brasil e sempre mencionavam o Ronaldinho gaúcho como um dos melhores jogadores do mundo!
E isso mudou totalmente a experiência!
#Vale a pena visitar Osaka?
Pra mim, sim. E muito! Ouso dizer que é a melhor cidade do Japão em todos os sentidos, até mesmo superando Tóquio (minha humilde opinião, tá?). De todas as cidades que visitamos, e foram muitas, achei esta a mais amigável, mais receptiva ao diferente, aos estrangeiros, mais real também.. É uma cidade super envolvente.
Se você estiver planejando uma viagem pro Japão, eu diria pra não tratar Osaka só como um lugar de passagem. Até porque se você gosta de parque de diversões, o Universal Studios Osaka fica a apenas 30 minutos de taxi saindo do porto e dá pra aproveitar muito lá!
Minha dica real é: fica pelo menos uns dias, anda sem pressa, come sem culpa, aprecia a natureza que é lindíssima, visita os jardins, o castelo e principalmente, o Sumiyoshi Taisha Shrine (o santuários mais incrível do Japão!).
Foi uma das cidades que mais ficaram comigo depois do contrato e que eu tenho um carinho todo especial, principalmente pela graça alcançada após visitar o santuário que mencionei anteriormente. 💛
Confesso que eu não esperava me apaixonar por Osaka. Eu estava no meu quinto contrato, mas era a minha primeira vez na Ásia e também a primeira vez no Japão, a bordo do Norwegian Spirit. Osaka, pra mim, era só mais uma parada no roteiro. Daquelas que você desce, dá uma volta rápida e volta pro navio. Até porque vocês já sabem o meu drama com comida japonesa, né? Então eu nem tinha muitas expectativas pra lá.
Mas foi só começar a andar pelas ruas que alguma coisa mudou. E o melhor, já do lado de fora do porto tem um shopping e um aquário gigante e que a gente já se perde comprando coisinhas por lá.
Além disso, Osaka tem uma energia diferente. Não é aquela cidade toda certinha que a gente imagina quando pensa no Japão. Ela é mais viva, mais espontânea. Barulhenta, cheia de luz, gente por todos os lados… e ao mesmo tempo, muito acolhedora.
E foi exatamente isso que me pegou.
#Primeiras impressões: uma cidade que não tenta ser perfeita
Assim que cheguei, a sensação foi meio curiosa. Osaka não é aquela cidade “certinha” que muita gente imagina quando pensa no Japão. Ela é mais solta. Mais viva. Mais caótica também...
Tem gente rindo alto na rua, placas gigantes piscando, cheiros de comida por todos os lados… e uma vibe meio “aqui a gente só quer viver bem”. E eu gostei disso mais do que imaginava! e sem dúvidas, foi a cidade que mais ganhou meu coração e a que mais me representou no Japão todinho!
#O que fazer em Osaka (sem complicar muito)
1. Comer. Sério, comer.
Se tem uma coisa que Osaka leva a sério é comida. Eu senti isso logo de cara. Em qualquer esquina tinha algo diferente pra provar. E não é aquele tipo de comida super produzida, pelo contrário! É simples, mas muito boa e bem regional. A gente consegue comer como os nativos, se sentir parte da sociedade e tem muita opção de comidinhas pelas ruas, principalmente em Dotonbori.
O que mais me marcou:
takoyaki (aquelas bolinhas com polvo e sim, são ótimas! Até me estranho dizendo isso, mas meu amigo Fabi me fez experimentar e eu amei real..)
espetinho de caranguejo empanado (foi a coisa que eu mais comi aqui de todas as vezes que o navio docou na cidade)
comidinhas de rua que você nem sabe o nome, mas vai assim mesmo só pra ter a experiência e reclamar do sabor depois kkkkkkk..
2. Andar por Dotonbori à noite
Se você já viu fotos de Osaka, provavelmente viu essa região. Mas ao vivo… é outra coisa! Luzes por todos os lados, telões gigantes, gente caminhando, restaurantes lotados.. é um lugar tão extravagante que eu acho muito mais a cara da China do que do Japão!
É meio caótico, mas de um jeito bom. tem muuuita gente, muitos carros e turistas, muita coisa e informação acontecendo ao mesmo tempo e é bem fácil de se perder dos amigos.
Foi ali que eu pensei: “ok, agora eu realmente me vi gostando de Osaka.”
Basicamente é uma região comercial/turística IMENSA, com muitas lojas interessantes de todos os tipos imagináveis! Vá de cosméticos à tecnologia e dá pra encontrar coisas bem bizarras também. Eu amo! kkkk
3. Castelo de Osaka (com calma)
O castelo é bonito, mas o que eu mais gostei foi o entorno. Possui muitos parques, áreas abertas, gente fazendo piquenique… ao redor do castelo mesmo tem um jardim lindíssimo e vale super a visita. Um contraste enorme com o agito da cidade e especialmente de Dotonbori.
Vale a visita, mas sem pressa. Só pra respirar um pouco e conhecer um pouco mais dessa tradição milenar.
#Dica extra (especial pra quem ama fotografia ou trabalha com isso)
Uma coisa que eu não esperava encontrar em Osaka: facilidade pra comprar equipamentos. Se você gosta de fotografia (ou trabalha com isso, como eu), vale muito a pena saber disso.
A loja da Canon fica relativamente perto da região portuária e dá pra chegar de ônibus em cerca de 30 minutos. Tem um ponto de ônibus bem de frente ao terminal de cruzeiros e a passagem é super baratinha. Você paga com moeda local e no terminal dá pra fazer a troca por alguns ienes antes de sair. Caso vá de taxi, eles aceitam cartão de crédito pelo app e facilita muito a vida.
Eu mesma aproveitei pra comprar lá a minha impressora portátil de fotografia, que hoje uso pra fazer os ímãs de foto da Gifts da Sah 💖✨.
Foi uma compra totalmente “por acaso”, mas acabou sendo uma das mais úteis da viagem! Imprimi várias fotos que logo se tornaram ímãs e deixou as memórias ainda mais especiais.
#Como é se locomover em Osaka
Muito mais fácil do que parece.
O metrô funciona super bem (como quase tudo no Japão), e dá pra chegar em praticamente qualquer lugar sem dor de cabeça. O ideal é usar dinheiro mesmo para recarregar o cartão, que você compra no guichê do metrô mesmo, antes de entrar na estação. Tem a opção de comprar com atendente ou sozinha.. o que dá no mesmo, já que a maioria dos japoneses não falam inglês.
Mas vou te falar uma coisa: uma das melhores partes foi simplesmente andar sem rumo e apreciar a modernidade do Japão. Sem falar nas ruas extremamente limpas e organizadas, nos jardins em cada canto.. parece magia de tão perfeito!
Descobri cafés escondidos, ruas mais tranquilas e aquele lado mais local da cidade, com pessoas vivendo suas rotinas, indo trabalhar, crianças saindo da escola... ir ao supermercado também foi uma das melhores experiências e muitas vezes eu trouxe produtos errados por não entender japonês e não traduzir corretamente com o tradutor, mas faz parte! Rrsrsrs...
#O que mais me chamou atenção
As pessoas.
Osaka tem fama de ter gente mais aberta, mais comunicativa… e eu senti isso na prática.
Mesmo sem falar japonês, tive várias interações simples, mas muito gentis. Sorrisos, pequenas ajudas, aquela sensação de que você não está “perdido” ali. Nos arredores do terminal de cruzeiros onde eles já são mais habituados a receber pessoas do mundo todo, a interação foi ainda melhor! Eles falam mais inglês, conversam na esquina, nos bares, perguntavam sobre o Brasil e sempre mencionavam o Ronaldinho gaúcho como um dos melhores jogadores do mundo!
E isso mudou totalmente a experiência!
#Vale a pena visitar Osaka?
Pra mim, sim. E muito! Ouso dizer que é a melhor cidade do Japão em todos os sentidos, até mesmo superando Tóquio (minha humilde opinião, tá?). De todas as cidades que visitamos, e foram muitas, achei esta a mais amigável, mais receptiva ao diferente, aos estrangeiros, mais real também.. É uma cidade super envolvente.
Se você estiver planejando uma viagem pro Japão, eu diria pra não tratar Osaka só como um lugar de passagem. Até porque se você gosta de parque de diversões, o Universal Studios Osaka fica a apenas 30 minutos de taxi saindo do porto e dá pra aproveitar muito lá!
Minha dica real é: fica pelo menos uns dias, anda sem pressa, come sem culpa, aprecia a natureza que é lindíssima, visita os jardins, o castelo e principalmente, o Sumiyoshi Taisha Shrine (o santuários mais incrível do Japão!).
Foi uma das cidades que mais ficaram comigo depois do contrato e que eu tenho um carinho todo especial, principalmente pela graça alcançada após visitar o santuário que mencionei anteriormente. 💛
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